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    Inovar não é missão inglória

    Elaborar novidades é um desafio que brand owners não precisam encarar sozinhos. O modelo tradicional de inovação, calcado na autonomia, vem sendo preterido pela colaboração e pelos preceitos da inovação aberta e da inovação em cadeia.

    No mercado de bens não duráveis, que ano após ano recebe milhares de lançamentos, não resta saída aos brand owners senão criar produtos fora do comum, que se destaquem por sugerir algo diferente - e relevante - ao consumidor. Inovar, hoje, é um imperativo para marcas alcançarem sucesso categórico, capaz de transformá-las em referências em seus segmentos.

    O risco de oferecer mais do mesmo não é somente penar para crescer. Pesquisas apontam que quase um terço dos novos produtos não sobrevive a um ano de vida, e que cerca de 70% desaparecem do mercado em até três anos.

    O alto índice de fracasso, porém, não deve levar as empresas a achar que inovar é uma missão inglória. Basta notar o quão recentes são muitos dos atuais fenômenos de vendas do grande varejo: lava-roupas líquidos, iogurtes gregos, cafés em cápsula, cremes dentais branqueadores, cremes faciais polivalentes (BB creams).

    Elaborar novidades assim, importantes, é um desafio que brand owners não precisam encarar sozinhos. O modelo tradicional de inovação, calcado na autonomia, vem sendo preterido pela colaboração e pelos preceitos da inovação aberta (open innovation) e da inovação em cadeia.

    Companhias cada vez mais interagem e cooperam entre si por meio de redes, em relações dinâmicas de pesquisa e desenvolvimento, especialmente com parceiros dentro da sua própria cadeia de valor. Trocar o isolamento pela sinergia é o futuro para os negócios. Em um estudo recente, realizado junto a indústrias de grande expressão em todo o mundo, a consultoria KPMG verificou que 88% delas pretendem ter as parcerias como norte de suas inovações para os próximos três anos1. A Braskem, maior fabricante de resinas termoplásticas nas Américas, está sintonizada com essa tendência.

    Por meio de convênios firmados com universidades, centros de pesquisa e empresas no Brasil e no exterior 2 , a Braskem procura explorar novas tecnologias e descobrir oportunidades para aprimorar materiais, a fim de proporcionar aplicações mais seguras, sustentáveis e surpreendentes.

    As iniciativas conjuntas são favorecidas pelos importantes ativos de P&D da Braskem. O Centro de Tecnologia e Inovação conta com duas unidades: a de Triunfo (RS), maior e mais moderno complexo de pesquisa em polímeros na América Latina, auxiliado por oito plantas piloto, e a de Pittsburgh, nos Estados Unidos. Em Campinas (SP), um laboratório dedica-se a pesquisas no campo da biotecnologia e dos renováveis. Os investimentos em inovação crescem em ritmo consistente.

    Em 2013 e 2014, a Braskem fez 165 pedidos de patentes, totalizando 817 documentos de patentes depositadas até agosto deste ano. Entre treze e vinte novos produtos são lançados a cada ano. Os esforços explicam por que a Braskem é a única empresa brasileira listada pela Fast Company, uma das mais prestigiadas revistas de negócios da atualidade, como uma das 50 companhias mais inovadoras do mundo.

    Se sua empresa está buscando embalagens para ganhar destaque nos pontos de venda e você precisa de apoio, venha conhecer o Centro de Tecnologia e Inovação da Braskem. Entre em contato conosco, packaging@braskem.com.


    1. 2014 Global Manufacturing Outlook (GMO).
    2. Exemplos desses acordos são aqueles mantidos com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Além dos pactos de colaboração em pesquisa para temas específicos, a Braskem também é membro do CEFPACK (Center of Flexible Packaging), da Universidade de Clemson e do CUMIRP (Center for UMass - Industry Research on Polymers), da Universidade de Massachusetts, ambas nos Estados Unidos.
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    TAGS: inovação, rentabilidade, colaboração, inovação aberta, inovação em cadeia, open innovation, cooperação, pesquisa, inovações, tendência, centros de pesquisa, tecnologia

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